quarta-feira, 4 de abril de 2012
Uma Vida de Intimidade com Deus – Parte I
UMA VIDA DE ORAÇÃO DIÁRIA E CONSTANTE
(Daniel 6:1-28)
Já havia se passado quase 70 anos desde a decisão
de Daniel de “não contaminar-se” (Daniel
1:8), decisão tomada quando ele ainda era um adolescente. Já perto da
morte, Daniel ainda permanece fiel diante do Senhor. Mesmo diante de uma ordem
dada por Dario, uma ordem irrevogável e passível de pena de morte, Daniel
escolhe novamente agradar a Deus e não a homens. Apesar de ter passado tanto
tempo, ele ainda vive da mesma forma que vivia quando ainda era jovem, tinha
uma vida de oração diária e constante, buscando a Deus em tudo que fazia e em
todas as coisas. A decisão de Daniel de não deixar de buscar a Deus, mesmo que
por “apenas” um mês, nos ensina
muitas coisas.
Primeiramente, nos ensina sobre sermos fiéis com
Deus, tendo uma vida com Deus (vv.
10-13). Uma decisão que não muda que não cede às pressões do mundo, da
nossa geração. É uma decisão convicta e pública, a vista de todos. Quando temos
intimidade com Deus, sabemos que decisões devem ser tomadas.
Em segundo lugar, fala da fidelidade de Deus
conosco (vv. 19-23). Deus se agrada
que O busquemos e que Ele seja a nossa prioridade (Mateus 6:33). Deus honra os que vivem no centro da Sua vontade e
Ele nos livra de toda cilada armada contra nós. Somos protegidos e guardados
por Deus. Ele é fiel, se agrada da nossa santificação e nos honra.
Em terceiro e último lugar, vemos que a decisão de
Daniel foi uma decisão transformadora, um testemunho poderoso (vv. 25-28). Quando escolhemos agir
segundo a vontade de Deus, nos tornamos luz no meio das trevas e contagiamos as
pessoas que nos rodeiam e ela é seguida pelos demais. Deus quer somente nos
usar como instrumentos de transformação.
Daniel, desde sua mocidade, mantinha viva a
determinação dada por Deus ao Seu povo, de orar três vezes ao dia e virado para
Jerusalém, a cidade santa. Nem mesmo a ordem de Dario intimidou Daniel, pois
ele vai ao seu quarto e continua orando e buscando a Deus da mesma forma e da
mesma maneira constante. E ele faz isso de joelhos, em sinal de humildade. Faz
de maneira pública, pois deixou a porta e as janelas do seu quarto, abertas.
Daniel sabia ao Deus que ele servia e como Ele podia livrá-lo. Muito me parece
a certeza que Sadraque, Mesaque e Abede-Nego tinham quando confrontados por
Nabucodonosor se Deus podia ou não livrá-los das suas mãos, quando não quiserem
adorar a estátua erguida por ele: “Ó
Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus,
a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e
das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus
deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste” (Daniel 3:16-18). Lembremos que todas
estas decisões começam em Daniel 1:8.
E como tem sido a sua vida? É uma vida de oração
diária e constante ou é uma vida de sedentarismo religioso? Até quando vamos
continuar a simplesmente viver as nossas vidas como um bater ponto diário e
muitas vezes só dominical?
Devemos converter a nossa vontade pecaminosa na “boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
Ele espera que tenhamos uma vida de oração diária e uma vida com Ele constante.
Quão dispostos estamos para isso?
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