quarta-feira, 16 de maio de 2012
DIA 11
A verdadeira liberdade
E se Deus ordenou ao homem: “Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá”. Gênesis 2.16-17
Deus deu a Adão duas instruções
simples e diretas – uma positiva e outra negativa. A primeira foi uma permissão
liberal (ele poderia comer livremente de qualquer árvore do jardim). A segunda
foi uma simples proibição (ele não deveria comer da arvore do conhecimento do
bem e do mal, que ficava no meio do jardim).
A permissão liberal concedeu ao
homem livre acesso à rica variedade de árvores do jardim. Elas eram tanto
“agradáveis aos olhos” quanto “boas para alimento” (v.9), oferecendo assim a
Adão e Eva satisfação estética e física. A generosa provisão de Deus incluía
também o acesso à “árvore da vida”, símbolo da comunhão contínua com Deus, que
é a vida eterna (cf. Jo 17.3), vislumbrada na declaração posterior de que o
próprio Deus andava com eles pelo jardim (Gn 3.8).
A árvore do conhecimento do bem
e do mal mencionada na única proibição é chamada desse modo não porque tivesse
propriedades mágicas, mas porque representava a provação a que Adão e Eva
seriam submetidos. Criados à imagem de Deus, eles já tinham uma noção de
discernimento moral, mas se desobedecessem a Deus teriam uma desastrosa
experiência do mal, tanto quanto do bem.
Um estudante que estava
concluindo seu curso na Universidade de Helsinki certa vez me disse: “Anseio
pela liberdade, e estou me sentindo cada vez mais livre desde que desisti de
Deus”. A verdadeira liberdade, no entanto, não esta em se libertar do jugo de
Cristo, mas em submeter-se a ele, ou seja, abster-se do que ele nos proibiu. A
obediência conduz à vida, e a desobediência, à morte.
Para
saber mais: Mateus 11.28-30
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Bíblia todo o ano todo
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