quarta-feira, 18 de abril de 2012
Para quem temos vivido? Para nós ou para Deus ?
"E não vos conformeis com este século, mas
transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja
a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."(Romanos 12:2)
Venho
pensando na Igreja nos últimos anos e em como muitos dentro de igrejas tem se
habituado a viver uma rotina eclesiástica e têm se esquecido para o que foram
chamados. Vão aos cultos, balbuciam algumas palavras e canções, ouvem a
mensagem sem nenhum interesse e voltam para as suas casas como se nada tivesse
acontecido e totalmente confiantes de que cumpriram a sua “obrigação com a
igreja” naquela semana. Essa é a vontade de Deus para nós? Essa é a finalidade,
e propósito, para a nossa existência?
Muitos de nós, tão ocupados com
as nossas rotinas e correria do dia-a-dia, temos esquecido o nosso verdadeiro
propósito aqui de que somos, ou deveríamos ser, peregrinos em terra
estrangeira, caminhando rumo à nossa pátria celeste, do qual este caminhar deve
ser pautado pela Palavra de Deus e buscar sempre glorificar a Deus e manifestar
a Sua Glória, conhecendo cada vez mais a Deus e fazendo com que Ele seja
conhecido. Muitos hoje preferem seguir seus caminhos, projetos, planos, sonhos,
não dando importância a uma vida com Deus e a serví-Lo com tudo que Ele mesmo
nos deu: talentos e dons. Mas esquecem um princípio básico das Sagradas
Escrituras: “Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta
vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou” (2ª
Timóteo 2:4).
Encerro então com as palavras
proferidas por Charles H. Spurgeon, em um sermão pregado no dia 05 de Fevereiro
de 1888, no auge dA Controvérsia do Declínio, exatamente após a censura à
Spurgeon, proferida pela União Batista, quando ele disse:
"Será que um homem que ama o Seu Senhor estaria
disposto a ver Jesus vestindo uma coroa de espinhos, enquanto ele mesmo almeja
uma coroa de louros? Haveria Jesus de ascender ao trono por meio da cruz,
enquanto nós esperamos ser conduzidos para lá nos ombros das multidões, em meio
a aplausos? Não seja tão fútil em sua imaginação. Avalie o preço; e, se você
não estiver disposto a carregar a cruz de Cristo, volte à sua fazenda ou ao seu
negócio e tire deles o máximo que puder, mas permita-me sussurrar em seus
ouvidos: ''Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua
alma?'"
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